Vertov novembro 21, 2007
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Experimentar. Vertov faz isso. Após assistir 3 filmes no Grav cheguei a essa conclusão. Está certo que não é nenhuma conclusão original, que ninguém tenha percebido. Mas, mesmo assim, é algo que não se pode negar. Ele inovou muito colocou a câmera onde niguém havia colocado e, com isso, captou cenas únicas, históricas.
Em “Um Homem com uma Câmera”, Vertov sai para rua e busca enxergar aquilo qu não se vê facilmente. Na verdade, esse filme se firma sob dois pilares: a montagem e a trilha sonora. No começo do filme a música sugere um suspense, aliada a montagem de cenas sem praticamente nenhum movimento de câmera. Logo depois a montagem se torna frenética, com muita velocidade e com uma trilha extremamente envolvente. Quando percebi já estava tapotando o ritmo do filme. Em “Câmera-olho” o que mais marcou foram as cenas cotidianas que quase nunca são retratadas, como as mulheres bêbadas de Vodka. Em “Réquiem para Lênin”, o que realmente me intrigou foram algumas cenas que envolviam os para-quedistas e as grandes massa. Cenas experimentais. A cara do diretor.
Paul van Dyk & Peter Heppner – Wir sind Wir novembro 21, 2007
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Flávia Frossard
Nós somos nós (Wir Sind Wir) é um vídeo clipe de Paul Van Dyk e Peter Heppner que mexeu muito com a gente. Com um discurso de união do povo alemão , ele apresenta imagens reais da construção e queda do muro de Berlim mixada com imagens de Heppner , como se ele fosse uma testemunha ocular desses acontecimentos.
A música traz uma mensagem de união: ” nós somos nós”, “nós estamos aqui”, “precisamos nos unir”, “queremos mais”. Essa mensagem é passada devido a ainda existente segregação do povo alemão. Essa divisão não é mais concreta ( como quando existia o muro), porém de forma abstrata está na mente dos alemães que não se vêem como um só povo.
O clipe que não foi gravado em CD, foi distribuído só na Alemanha uma vez que ele foi feito diretamente para os alemães. Alcançou bastante sucesso de público e ficou por várias semanas no top 10 alemão. A produção é de excelente qualidade e trabalha bem a união das imagens reais com as fictícias. Quem se interessa pela história da Alemanha provavelmente será impactado pelo vídeo.
Produção Capixaba novembro 10, 2007
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Flávia Frossard
Existe produção de cinema capixaba? Apesar de pouco conhecida existe SIM!! Com poucos longas-metragem e andando vagarosamente o cinema capixaba vai sobrevivendo. Poucos capixabas sabem da sua existência. No meio acadêmico, as mostras de vídeo universitárias parecem ser tudo o que existe, mas sim, há produção além disso.
Procuramos saber entre os alunos o que eles sabem das produções do nosso Estado, confira no vídeo os resultados:
Como fala Ana Murta sobre o cinema capixaba:
O cinema da gente é assim. Independente, sofrido e mutante. Os realizadores passeiam pelos gêneros, as gerações se encontram e as linguagens se chocam, num sincretismo audiovisual, que não tem particularmente uma cara capixaba. Tem várias, as várias caras do Espírito Santo. A cara das várias etnias que compõe esse pedaço de terra. E a cara urbana da gente misturada e confusa com a busca de uma identidade que se modifica em moto perpétuo.
Quem tiver interesse o artigo completo está no Overmundo!
Você conhece o Glauber Rocha? novembro 8, 2007
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Flávia Frossard
Lembrando dos nossos tempos de calouros e de como todos mudamos, me veio a mente como passamos a conhecer o grande cineasta Glauber Rocha , o bahiano que ganhou Cannes, dirigiu entre outros “Deus e o Diabo na Terra do Sol” e “Terra em Transe”.
Quando ninguém se conhecia, e todos éramos quietos, o Fred já gostava de chegar nas aulas e colocar no quadro: “ Você conhece Glauber Rocha?” , pode ter sido esquisito no começo, mas foi assim que o 4 período de Comunicação Social da Ufes passou a conhecer melhor esse cineasta!
Levada pelo espírito do Fred, saí pela Universidade pesquisando, será que os alunos conhecem Glauber Rocha?? Confira no vídeo!
PS: Qualquer análise semiótica que leve a crer um apoio de Sussurro a chapa 2 é mera coincidência !
Cinema por R$2,00! novembro 6, 2007
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Flávia Frossard
Ontem ocorreu o “Projeta Brasil- Cinemark” . Aqui no ES, o cinema do Shopping Vitória exibiu Tropa de Elite, O ano em que meus pais saíram de férias e Primo Basílio por apenas R$2,00. Quem estava lá ainda podia comprar pipoca e suco na lojinha oficial do cinema por outros R$2,00 (normalmente o custo seria de uns R$6,00).
Apesar da promoção , o cinema não estava lotado , pelo menos no período da noite quando fui assistir O ano em que meus pais saíram de férias, o chá com torradas também achou isso. O projeto tem como objetivo levar o cinema brasileiro a todas as camadas da população, homenageando cineastas e produtores brasileiros e sempre ocorre na semana do cinema nacional!
Piaf: Um hino ao amor novembro 5, 2007
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Flávia Frossard
Quando a Bia me passou a dica para assistir Piaf – Um Hino ao Amor ou “La Vie em Rose” (o título internacional) logo lembrei de quando era pequena e sempre ouvia minhas tias conversarem sobre Edith Piaf que até então eu não sabia de quem se tratava. O filme de Olivier Dahan abriu o 57º Festival de Berlim e já foi lançado há algum tempo. Ele conta muito bem a história de Piaf que antes da fama foi criada em um bordel de província , em circos e nos cabarés de Paris.
O papel da cantora é interpretado pela atriz francesa Marion Cotillard,de 32 anos que se transforma em Edith Piaf dos 18 aos 47 anos de idade, quando morreu com aparência de mais de 80 anos. A transformação da atriz é inacreditável. Também fazem parte do elenco Gérard Depardieu, Sylvie Testud, Pascal Greggory, Jean-Paul Rouve e Emmanuelle Seignier.
A sua voz imponente, que deixou saudades em toda uma geração, que inclui as minhas tias, foi rompendo barreiras, até conquistar um público fiel para além das fronteiras da Europa, consagrando-se uma das mais famosas cantoras populares da França.
Ao término do filme, a emoção permanece, este é um dos filmes que não tem fim!
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Vitória Cine Vídeo novembro 1, 2007
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Tá chegando. Estamos voltando depois de um tempo fora. Em breve uma análise dos vídeos de alunos da UFES que foram selecionados para mostra competitiva.


