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Diogo Mainardi humilha o Cinema Brasileiro outubro 4, 2007

Posted by sussurro in Cinema Brasileiro, Diogo Mainardi.
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Flávia Frossard

“(…)
Se o Brasil deixasse de fazer cinema, todo mundo sairia ganhando. Os contribuintes economizariam uns trocados. E a cultura brasileira se livraria de alguns de seus episódios mais constrangedores, mais humilhantes. Quando a Lei do Audiovisual foi instituída, seus autores prometeram que no futuro – um futuro não muito distante – o cinema nacional atingiria a auto-sustentabilidade. Traduzindo: depois de alguns bilhões de reais de investimento público, o cinema brasileiro criaria os meios para se sustentar com as próprias pernas. O que aconteceu foi o contrário. Quanto mais dinheiro o Estado aplicou no cinema, mais inviável economicamente ele se tornou. É igual ao Bolsa Família. O assistencialismo tem esse efeito perverso – produz párias, produz dependentes, tanto no cinema quanto na sociedade. O assistencialismo produz também consenso eleitoral. Os cineastas vendem seus votos como os sertanejos miseráveis. E, drogados com o dinheiro estatal, não conseguem se libertar do vício.” Diogo Mainardi

E o  pior é que ainda tem gente apoiando como o blog [?] do Reinaldo Azevedo , chamando de Bolsa Cinema. Quem quiser ouvir na íntegra, e tiver MUITA paciência,  encontra nos podcasts da Veja.

O interessante é lembrar que apenas o cinema dos EUA possuem um cinema auto-sustentável e isso porque garantem a distribuição para todo o mundo. No resto do mundo a produção auto-sustentável é quase nula, e dessa forma solução é parar de produzir? Só rindo, né?!

Comentários»

1. Bia Toso - outubro 4, 2007

Eu não sei como um cara como o Diogo Mainard consegue ter voz na imprensa brasileira. Totalmente arrogante para falar de todos os assuntos. Desprezível.

2. cris euclydes - outubro 11, 2007

A gente chegou a debater o artigo no Grav.. falamos de como o Mainardi é irõnico, e da acomodação que certa “ajuda” do governo gerou nos cineastas..
=**

3. Dalton C. Rocha - dezembro 19, 2007

O cinema brasileiro é tão ou mais estatal, quanto a Petrobras ou o Banco do Brasil.O governo Collor durou só dois anos, mas provou uma coisa de uma vez por todas:CINEMA NO BRASIL, TEM O EXATO TAMANHO DA VERBA PÚBLICA, A ELE DESTINADA.
O cinema brasileiro é um cinema, sempre com chapa branca e números, no vermelho.
Após mais de 40 anos, apenas por dois anos(sob Collor), sem verbas públicas.E após tantos anos e tantas verbas, o cinema brasileiro segue
o de sempre:chapa branca, números no vermelho, sem público e baseado no trinônimo pornografia-besteirol-esquerdismo.


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